Cicatriz de cirurgia, de acidente, de cesárea ou de uma espinha cutucada: quase todo mundo tem uma que incomoda. Mesmo depois de anos, muitas cicatrizes podem ficar mais planas, mais uniformes e mais discretas.
Na Clínica Daiane Saldanha, em Natal/RN, o tratamento é feito por médicos dermatologistas e começa sempre pelo exame da cicatriz: é o tipo de cicatriz que define o caminho, e não o aparelho.
Nem toda cicatriz é igual
Cicatriz afundada: a pele fica com uma depressão, como nas marcas de acne ou em algumas cicatrizes de cirurgia.
Cicatriz hipertrófica: elevada e avermelhada, mas que fica dentro dos limites do corte ou da lesão original.
Queloide: cresce além dos limites da lesão, pode coçar ou doer e tende a voltar se for tratado só com retirada.
Cicatriz com alteração de cor: mais escura ou avermelhada que a pele ao redor.
Muitas vezes a mesma cicatriz tem mais de uma dessas características, e o plano trata cada uma delas.
Queloides e cicatrizes elevadas
Para quem é. Queloides em orelha, colo, ombros ou em cicatrizes de cirurgia, e cicatrizes elevadas e avermelhadas que coçam ou incomodam.
Como é na clínica. Usamos o ScarTech, um protocolo combinado que associa os lasers Fotona e Helios a outras técnicas escolhidas para cada caso. Os lasers atuam no relevo, na cor e na textura da cicatriz; o plano completo é definido na avaliação.
Resultado. A cicatriz fica mais plana, mais clara e com menos coceira, de forma progressiva. O queloide exige acompanhamento, porque tem tendência a voltar.
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Cicatrizes de cirurgia, de acidente e afundadas
Para quem é. Cicatrizes de cirurgia, cesárea, acidente ou queimadura com relevo irregular, aspecto esbranquiçado ou textura diferente da pele ao redor.
Como é na clínica. Combinamos técnicas que estimulam a pele a refazer o colágeno no local da cicatriz: o laser Fotona, o microagulhamento médico e o MMP (microinfusão de medicamentos na pele), que podem ser associados aos exossomas para potencializar a recuperação da pele. A escolha depende da profundidade e da localização da cicatriz.
Resultado. Textura mais uniforme e cicatriz menos aparente, com melhora gradual ao longo das sessões.
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Cicatrizes escurecidas ou avermelhadas
Para quem é. Cicatrizes que ficaram mais escuras ou mais vermelhas que a pele ao redor, inclusive as marcas que ficam depois de espinhas e machucados.
Como é na clínica. O laser Helios ajuda a uniformizar a cor das cicatrizes escurecidas, e o laser Fotona atua na vermelhidão e na textura. Os parâmetros são ajustados ao tom de pele de cada pessoa.
Resultado. Cor mais próxima da pele ao redor, com melhora progressiva.
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O tratamento certo começa pela pergunta certa: o que você realmente precisa?
Agende uma avaliação e conheça as possibilidades indicadas para as suas características e objetivos.
Cicatrizes de acne
As cicatrizes de acne têm uma página própria, com as técnicas específicas para elas. Veja a página de tratamento para cicatrizes de acne.
Como é o tratamento
1. Avaliação: tipo, tempo, localização e histórico da cicatriz, com fotos para acompanhar a evolução.
2. Plano: quais técnicas, em que ordem e quantas sessões. O número de sessões é definido na avaliação; cicatrizes antigas e queloides costumam pedir mais.
3. Sessões: com intervalo de algumas semanas entre elas. A pele pode ficar avermelhada ou com pequenas crostas por alguns dias.
4. Reavaliação: a cada etapa, comparamos as fotos e ajustamos o plano.
O objetivo é tornar a cicatriz mais plana, uniforme e discreta, respeitando as características de cada pele. A melhora é progressiva.
Quem aplica
Na Clínica Daiane Saldanha o tratamento de cicatrizes é feito por médicos dermatologistas, com registro no CRM-RN e título de especialista. Conheça a equipe médica.
Responsável técnica: Dra. Daiane Martins Saldanha, CRM-RN 5320 | RQE 1275.
Conteúdo informativo, revisado por médica dermatologista. Não substitui consulta. Resultados variam de pessoa para pessoa.
Perguntas frequentes
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Muitas vezes, sim. O tempo da cicatriz influencia o número de sessões, não necessariamente a possibilidade de melhora.
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O tratamento deixa a cicatriz mais plana, uniforme e discreta, mas não a apaga por completo. O resultado varia de pessoa para pessoa.
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Pode voltar, principalmente quando é tratado só com retirada cirúrgica. Por isso o tratamento combina laser com outras técnicas e inclui acompanhamento.
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As duas são elevadas. A hipertrófica fica dentro dos limites da lesão original e tende a melhorar com o tempo; o queloide cresce além desses limites e tende a voltar. O diagnóstico é feito no exame.
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Em alguns casos, o tratamento pode começar já no pós-operatório imediato. O ideal é agendar uma consulta com a dermatologista, que avalia cada caso e indica o melhor momento para começar.
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Pode haver desconforto durante o laser, controlado com resfriamento e, quando necessário, anestésico tópico.
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Pode, com parâmetros ajustados ao tom de pele. Esse ajuste faz parte da avaliação.
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Gestantes, pessoas com infecção ou inflamação ativa no local e quem usou isotretinoína recentemente, até a liberação médica. Isso é verificado na avaliação.
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Pelo WhatsApp (84) 99418-6166. A clínica fica na R. João Paulo I, 2160, Candelária, Natal/RN, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 19h.