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Cicatriz e queloide: como o laser pode ajudar (Helios + Fotona)

Cicatriz de cirurgia, de acidente, de acne ou de uma simples espinha cutucada: quase todo mundo tem uma que incomoda. A boa notícia é que, mesmo depois de anos, muitas cicatrizes podem ficar mais uniformes e discretas. O caminho depende de identificar que tipo de cicatriz é.

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Por Clínica Daiane Saldanha · Responsável técnica: Dra. Daiane Martins Saldanha, dermatologista, CRM-RN 5320 | RQE 1275

Nem toda cicatriz é igual

  • Cicatriz deprimida: a pele fica “afundada”, como nas marcas de acne.
  • Cicatriz hipertrófica: elevada, avermelhada, mas que respeita os limites da lesão original.
  • Queloide: cresce além dos limites da lesão, pode coçar ou doer, e tem tendência a voltar se tratado de forma inadequada.
  • Alteração de cor: manchas escuras ou avermelhadas que ficam onde houve inflamação.

Cada tipo pede uma estratégia. Por isso a primeira etapa é sempre o exame da cicatriz, e não a escolha de um aparelho.

O que o Fotona e o Helios fazem

O Fotona Dynamis NX é uma plataforma com dois lasers que atuam em profundidades diferentes. Nas cicatrizes, pode ser usado para estimular a remodelação do colágeno, suavizar relevo e melhorar textura, com intensidades que vão de protocolos suaves a estímulos mais profundos.

O Helios III é um laser Q-Switched. Ele fragmenta pigmentos e pode ajudar a uniformizar a cor de cicatrizes escurecidas, além de atuar na textura superficial.

Combinados, os dois permitem tratar relevo e cor no mesmo planejamento. Em queloides, o protocolo pode somar ainda medicações injetáveis aplicadas na lesão e curativos especiais, conforme as características de cada caso. Na clínica chamamos essa combinação de ScarTech.

Como é o tratamento

  1. Avaliação: tipo, tempo, localização e histórico da cicatriz; fotos para acompanhamento.
  2. Plano: quais tecnologias, em que ordem, quantas sessões. O número varia; cicatrizes antigas e queloides costumam exigir mais sessões.
  3. Sessões: intervalos de algumas semanas entre elas. A pele pode ficar avermelhada ou com pequenas crostas por alguns dias.
  4. Reavaliação: a cada etapa, comparamos as fotos e ajustamos o plano.

A evolução é progressiva. O objetivo é tornar a cicatriz mais uniforme e discreta, respeitando as características de cada pele; não é “apagar”.

Cuidados que fazem diferença

  • Proteção solar rigorosa na área tratada, antes e depois das sessões.
  • Não cutucar crostas.
  • Em queloides, seguir à risca o intervalo das sessões, porque a lesão tende a reagir a estímulos.
  • Avisar sobre uso de isotretinoína, tendência a queloide na família e cirurgias programadas.

Saiba mais

Veja também as páginas de cicatrizes e queloides em Natal, do Fotona Dynamis NX e do laser Helios III.

Conteúdo informativo; não substitui consulta médica.

Perguntas frequentes

  • Muitas vezes, sim. O tempo da cicatriz influencia o número de sessões, não necessariamente a possibilidade de melhora.

  • Pode voltar, principalmente se tratado só com remoção cirúrgica. Por isso o protocolo combina laser, medicação e curativo, e inclui acompanhamento.

  • Há desconforto durante o laser, controlado com resfriamento e, quando necessário, anestésico tópico.

  • Sim. Para acne, o plano costuma incluir outras técnicas além do laser; veja a página de cicatrizes de acne.

  • Pode, com parâmetros ajustados ao fototipo. Esse ajuste é parte da avaliação.

O tratamento certo começa pela pergunta certa: o que você realmente precisa?

Agende uma avaliação e conheça as possibilidades indicadas para as suas características e objetivos.

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